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DESENVOLVIMENTO E OPERACIONALIZAÇÃO

A construção do Programa Nacional de Formação de Treinadores (PNFT) assume um modelo misto de partilha de responsabilidades, no qual intervêm de forma articulada o Instituto do Desporto de Portugal, I.P. (IDP, I.P.) e as diferentes Federações a quem foi atribuído o Estatuto de Utilidade Pública Desportiva.

A aplicação do quadro legal definido para esta matéria, bem como a necessidade de se adequar as particularidades das modalidades/disciplinas/vias/estilos de cada Federação ao modelo que sustenta o PNFT, levou à realização do conjunto de tarefas a seguir discriminadas

 

ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO PRATICANTE

As Etapas de Desenvolvimento dos Praticantes são um elemento importante para a definição das competências dos treinadores que vão dirigir a preparação dos atletas nesses diferentes momentos.

Para além disso, a própria legislação (artigo 12.º do Decreto-Lei 248-A/2008 de 31 de Dezembro) determina a necessidade de, em cada modalidade, haver uma relação entre os graus do percurso de formação do treinador e as etapas de desenvolvimento dos seus praticantes

Como tal, em cada modalidade e para cada disciplina e forma de prática, torna-se indispensável definir as etapas a seguir no desenvolvimento/formação dos seus praticantes. Para facilitar a realização deste trabalho, o IDP,IP elaborou um quadro de referência para a produção deste trabalho nas modalidades, a que deu o nome de Caracterização das Etapas de Desenvolvimento dos Praticantes.

 


CORRESPONDÊNCIA ENTRE AS EDP E OS GRAUS DE CÉDULA

O cumprimento do que a lei determina obriga as federações a incluírem nos seus regulamentos, depois de validada pelo IDP,IP, a correspondência entre etapas de desenvolvimento dos praticantes desportivos (EDP) e os diferentes graus de formação de treinador que a modalidade vier a utilizar.

Para o melhor cumprimento desta tarefa o IDP, IP elaborou um documento (Correspondência entre as Etapas de Desenvolvimento do Praticante e os Graus de Formação de Treinador), com um conjunto de orientações para a realização desta tarefa por parte das federações desportivas

 

ELABORAÇÂO DOS REFERENCIAIS E CONTÉUDOS DA FORMAÇÃO GERAL E ESPECÍFICA

Os referenciais de formação constituem o eixo curricular de referência dos diferentes cursos, servindo, ao mesmo tempo, de ponto de partida para a elaboração dos conteúdos respectivos.

A elaboração dos referenciais e conteúdos de Formação Geral foi atribuída a um grupo de especialistas nas respectivas matérias (vide Componente Geral de Formação) e seguiu um conjunto de normas previamente estabelecidas pelo IDP, I.P. (Ficha Modelo dos Referenciais de Formação Geral e Elaboração dos Conteúdos da Componente de Formação Geral -Estrutura e Estilo de Redacção – Normas).

Relativamente à elaboração dos referenciais e conteúdos da Formação Específica foram também produzidos Idênticos documentos (Ficha Modelo dos Referenciais de Formação Específica e Elaboração dos Conteúdos da Componente de Formação Específica -Estrutura e Estilo de Redacção – Normas), cabendo a sua aplicação e controlo às federações desportivas


Sociedade Hípica Portuguesa Câmara Municipal da Golegã Câmara Municipal de Alter do Chão
EPDR Abrantes EPDR Alter do Chão ESA Santarém ESA Elvas